Entrevista com o professor e jornalista Reinaldo Zanardi, responsável pelo webjornal Comtexto.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Código de ética específico?
O jornalismo online como um novo tipo de mídia. Aparece com muitas particularidades antes desconhecidas na prática do jornalismo. A notícia em tempo real, a interatividade, o armazenamento de muitas matérias, entre outros, são fatores que fazem parte do cotidiano dos jornalistas que atuam na web. Visto como o meio de comunicação “das mudanças”, o webjornalismo pode enfrentar problemas tão inéditos quanto suas capacidades.
Uma coisa, no entanto, não mudou nessa nova mídia. A influencia mercadologia no fazer jornalístico. Movidos por esse valor, de notícia como mercadoria, muitos jornalistas pressionados pelo “furo a qualquer custo” ou pelo “vender mais”, acabam tendo posturas éticamente contestáveis.
A manipulação de imagens e fatos assim como o sensacionalismo e a invasão de privacidade, podem gerar muito lucro a empresa jornalística, mas e a reputação e credibilidade da empresa e do jornalista?
Por esses fatores, o jornalista Jorge de Lima, publicou no dia 1º de agosto de 2005, no Observatório da Imprensa, que um código de ética específico para o jornalismo na web é indispensável. Segundo ele isso é preciso devido a necessidade funcional do jornalismo online.
Em entrevista ao Click Ético, no entanto, o professor e jornalista Reinaldo Zanardi, mostrou idéia contraria a Jorge de Lima. De acordo com Zanardi, checar as informações e apurá-las é da natureza jornalística. Por isso essa postura deve ser mantida em qualquer tipo de jornalismo.
Com código de ética específico ou não é importante que o princípio da veracidade, seja mantido, não somente na web, mas em todas outras vertentes.
* Artigo de Jorge de Lima no Observatório da Imprensa:
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=340ENO004
Uma coisa, no entanto, não mudou nessa nova mídia. A influencia mercadologia no fazer jornalístico. Movidos por esse valor, de notícia como mercadoria, muitos jornalistas pressionados pelo “furo a qualquer custo” ou pelo “vender mais”, acabam tendo posturas éticamente contestáveis.
A manipulação de imagens e fatos assim como o sensacionalismo e a invasão de privacidade, podem gerar muito lucro a empresa jornalística, mas e a reputação e credibilidade da empresa e do jornalista?
Por esses fatores, o jornalista Jorge de Lima, publicou no dia 1º de agosto de 2005, no Observatório da Imprensa, que um código de ética específico para o jornalismo na web é indispensável. Segundo ele isso é preciso devido a necessidade funcional do jornalismo online.
Em entrevista ao Click Ético, no entanto, o professor e jornalista Reinaldo Zanardi, mostrou idéia contraria a Jorge de Lima. De acordo com Zanardi, checar as informações e apurá-las é da natureza jornalística. Por isso essa postura deve ser mantida em qualquer tipo de jornalismo.
Com código de ética específico ou não é importante que o princípio da veracidade, seja mantido, não somente na web, mas em todas outras vertentes.
* Artigo de Jorge de Lima no Observatório da Imprensa:
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=340ENO004
Velocidade x Qualidade
A questão da velocidade no jornalismo sempre existiu. Porém, com as inovações tecnológicas a busca pela noticia quase que imediata, trouxe várias conseqüências à qualidade das informações.
De acordo com Ana Prado o jornalismo on-line se transformou num fast food, pois visa o consumo rápido. Essa característica revela que a idéia de que o jornalista deve levar o leitor à reflexão não existe mais. Isso acontece, não somente pelo desinteresse do leitor, mas pelo desinteresse do jornalista em aprofundar o assunto. A quantidade de notícias disponibilizada também favorece ao superficialismo.
Parecendo ser “mais completo” do que os jornais impressos, os jornais on-line, trazem uma quantidade muito maior de notícias. Mas e a qualidade?
O grande problema é que o jornalismo se transformou em empresa jornalística. E as notícias em mercadoria.
Com tantas novas tecnologias para adquirir, a empresa jornalística precisa sustentar-se. Para que isso aconteça é preciso vender cada vez mais. De acordo com Marcondes Filho, a fase romântica da imprensa, cede lugar às exigências do capital.
Que a velocidade é inimiga da perfeição já é clichê. Mas as conseqüências que isso pode causar é pouco discutida. A imprensa já provou inúmeras vezes que uma notícia mal apurada pode levar a estragos imensos a vida de uma pessoa.
Cabe aos jornalistas ter consciência de seu papel e responsabilidade. Para que a pressa em publicar não se sobreponha, nem seja desculpa, pela sua falta de ética e profissionalismo.
Referência: Soster, Demétrio de Azevedo. Webjornalismo, velocidade e
precisão: o caso do site “UOL Eleições 2002”.
De acordo com Ana Prado o jornalismo on-line se transformou num fast food, pois visa o consumo rápido. Essa característica revela que a idéia de que o jornalista deve levar o leitor à reflexão não existe mais. Isso acontece, não somente pelo desinteresse do leitor, mas pelo desinteresse do jornalista em aprofundar o assunto. A quantidade de notícias disponibilizada também favorece ao superficialismo.
Parecendo ser “mais completo” do que os jornais impressos, os jornais on-line, trazem uma quantidade muito maior de notícias. Mas e a qualidade?
O grande problema é que o jornalismo se transformou em empresa jornalística. E as notícias em mercadoria.
Com tantas novas tecnologias para adquirir, a empresa jornalística precisa sustentar-se. Para que isso aconteça é preciso vender cada vez mais. De acordo com Marcondes Filho, a fase romântica da imprensa, cede lugar às exigências do capital.
Que a velocidade é inimiga da perfeição já é clichê. Mas as conseqüências que isso pode causar é pouco discutida. A imprensa já provou inúmeras vezes que uma notícia mal apurada pode levar a estragos imensos a vida de uma pessoa.
Cabe aos jornalistas ter consciência de seu papel e responsabilidade. Para que a pressa em publicar não se sobreponha, nem seja desculpa, pela sua falta de ética e profissionalismo.
Referência: Soster, Demétrio de Azevedo. Webjornalismo, velocidade e
precisão: o caso do site “UOL Eleições 2002”.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
“Avião Fantasma” e a irresponsabilidade da imprensa
Poucas pessoas ficaram sabendo de um avião que caiu na cidade de São Paulo no dia 20 de maio, mesmo porque este avião nunca existiu. O fato foi que a imprensa criou a queda do avião da empresa Pantanal. Pouco tempo depois foi descoberto que se tratava de um incêndio em uma fábrica de colchões.
Mesmo depois de descoberto o que realmente aconteceu, o estrago já estava feito. O canal de notícias Globo News, responsável pelo “furo” foi seguido por outros sites como Uol, Terra, Ig e pelo jornalista Ricardo Noblat, que publicou em seu blog a queda do avião.
A Infraero, quando procurada pelos jornalistas, comentou que não sabia da possível queda. Mas esta declaração foi o suficiente para os veículos de comunicação se basearem e publicarem a notícia.
Após a descoberta de que não havia acidente aéreo, alguns portais corrigiram suas matérias, outros, no entanto, somente tiraram a notícia do ar, sem dar mais informações ao público.
A impressão que se tem é que a lição básica do jornalismo de apurar os fatos foi esquecida por esses grandes meio de comunicação. O compromisso com público de informar corretamente, parece ter sido substituído pelo compromisso do “furo a qualquer custo”.
A falta de ética mostrada no caso se estende além da informação errada. Ao público maior interessado e prejudicado pela notícia, nada foi dito. Alguns sites se limitaram a dizer que haviam se baseado em outro veículo, como se isso justificasse tamanha irresponsabilidade.
Os meios de comunicação parecem não se importar aos prejuízos de um episódio como esse. Que prejuízos? A perda da credibilidade.
Afinal é disso que o jornalismo é feito. Ninguém assina uma revista sem antes conhecê-la ou confiar em sua linha editorial. Um jornal novo, dificilmente terá lucro ou boas vendas no começo. O público irá optar por aquilo que ele já esta habituado a comprar e ler.
O jornalismo on-line como uma nova ferramenta de comunicação está construindo com seu público uma relação de confiança, assim como as revistas e jornais construíram. A nós leitores resta a indignação e a esperança de que um jornalismo mais responsável seja feito.
Por Bruna Quintanilha e Renan Garcia
* Imagem adquirida no site "http://portalimprensa.uol.com.br/"
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Vídeo - Ética no Jornalismo
Vídeo do programa "Controvérsia" exibido Tv Educativa do Paraná em 2001.
Ética é discutida em diferentes vertentes do jornalismo
A ética no jornalismo literário e webjornalismo são temas de discussão; Uma postura responsável em todos os momentos é a solução
A ética no jornalismo é um tema constantemente discutido. Assim como a ética difere nas diversas profissões, as várias vertentes jornalísticas também comportam diferentes dilemas éticos.
O jornalismo literário surgiu na década de 1960 com a proposta de humanizar as narrativas jornalísticas. Detalhamento, criatividade e imersão são algumas características marcantes dessa vertente, segundo a Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL).
De acordo com a revista da Intercom em uma pesquisa em que a mesma notícia era publicada em diferentes formas jornalísticas, a que teve maior aceitação foi o jornalismo literário. Apesar disso, muitos jornalistas questionam se é possível conciliar características tão parecidas com a literatura, sem ferir a ética.
A jornalista e professora, Karen Debertólis, disse acreditar que não existe diferença ética nos diferentes tipos de jornalismo. “Não tem diferença nenhuma, tem que ter postura ética em tudo”.
Para ela, ser ético é ter responsabilidade na profissão. “Para mim ética é a cima de tudo um jornalismo responsável. Tem que ter apuração, ouvir os dois lados, isso se aplica a todo tipo de jornalismo”.
Karen explicou que esse tipo de jornalismo utiliza a narrativa da literatura, mas que isso não interfere em nada quando se fala em ética. A grande diferença está basicamente na estruturação do texto.
O webjornalismo, por sua vez, é marcado pela instantâneidade e interatividade, vem crescendo e conquistando espaço entre o público. Essas características trazem também preocupações tanto aos profissionais quanto ao público.
Em relação ao webjornalismo assim como no jornalismo literário, Karen afirmou, que a ética é sempre a mesma, mas que nesse caso existe um agravante, a tecnologia. “A rapidez na apuração da informação, e a questão do jornalista ter que trabalhar não somente com a apuração que ele fez, mas com a de agências e outros veículos, trazem novos questionamentos”.
De acordo com ela, as diferenças com os outros tipos de mídia são naturais. “No webjornalismo você tem uma atuação diferenciada por conta do próprio processo de produção que é diferenciado”.
O webjornalismo é uma nova área e ainda está em processo de estruturação, por isso, é muito importante que o veículo tenha preocupação com a credibilidade diante do público, para que esse confie nas informações que está recebendo.
“Quem trabalha com web tem discutido bastante sobre a confiabilidade. Essa preocupação é uma questão natural de um veículo novo que ainda tem vários pontos a serem aperfeiçoados”, explicou.
Com as constantes mudanças no jornalismo é essencial a discussão permanente da ética na profissão. Para que assim um jornalismo mais democrático e a serviço da sociedade exista de fato.
A ética no jornalismo é um tema constantemente discutido. Assim como a ética difere nas diversas profissões, as várias vertentes jornalísticas também comportam diferentes dilemas éticos.
O jornalismo literário surgiu na década de 1960 com a proposta de humanizar as narrativas jornalísticas. Detalhamento, criatividade e imersão são algumas características marcantes dessa vertente, segundo a Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL).
De acordo com a revista da Intercom em uma pesquisa em que a mesma notícia era publicada em diferentes formas jornalísticas, a que teve maior aceitação foi o jornalismo literário. Apesar disso, muitos jornalistas questionam se é possível conciliar características tão parecidas com a literatura, sem ferir a ética.
A jornalista e professora, Karen Debertólis, disse acreditar que não existe diferença ética nos diferentes tipos de jornalismo. “Não tem diferença nenhuma, tem que ter postura ética em tudo”.
Para ela, ser ético é ter responsabilidade na profissão. “Para mim ética é a cima de tudo um jornalismo responsável. Tem que ter apuração, ouvir os dois lados, isso se aplica a todo tipo de jornalismo”.
Karen explicou que esse tipo de jornalismo utiliza a narrativa da literatura, mas que isso não interfere em nada quando se fala em ética. A grande diferença está basicamente na estruturação do texto.
O webjornalismo, por sua vez, é marcado pela instantâneidade e interatividade, vem crescendo e conquistando espaço entre o público. Essas características trazem também preocupações tanto aos profissionais quanto ao público.
Em relação ao webjornalismo assim como no jornalismo literário, Karen afirmou, que a ética é sempre a mesma, mas que nesse caso existe um agravante, a tecnologia. “A rapidez na apuração da informação, e a questão do jornalista ter que trabalhar não somente com a apuração que ele fez, mas com a de agências e outros veículos, trazem novos questionamentos”.
De acordo com ela, as diferenças com os outros tipos de mídia são naturais. “No webjornalismo você tem uma atuação diferenciada por conta do próprio processo de produção que é diferenciado”.
O webjornalismo é uma nova área e ainda está em processo de estruturação, por isso, é muito importante que o veículo tenha preocupação com a credibilidade diante do público, para que esse confie nas informações que está recebendo.
“Quem trabalha com web tem discutido bastante sobre a confiabilidade. Essa preocupação é uma questão natural de um veículo novo que ainda tem vários pontos a serem aperfeiçoados”, explicou.
Com as constantes mudanças no jornalismo é essencial a discussão permanente da ética na profissão. Para que assim um jornalismo mais democrático e a serviço da sociedade exista de fato.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Ética é motivo de discussão entre filósofos
Enquanto Aristóteles aposta no equilíbrio, Platão afirma que a ética é um conceito pertencente ao mundo Ideal
Para que uma sociedade viva em equilíbrio e justiça são necessários inúmeros fatores, entre eles a ética. Cada indivíduo, porém, tem uma visão diferente sobre os valores universais que norteiam o ser humano, o que é ético para alguns pode ser indiferente para outros, gerando um conflito.
De acordo com o dicionário básico de filosofia, o objetivo da ética é refletir sobre os problemas da moral. A ética, diferentemente da moral, está mais preocupada em elaborar uma reflexão sobre as razões de se desejar a justiça e a harmonia e como alcançá-las, enquanto a moral preocupa-se em construir um conjunto de prescrições para assegurar uma vida em comum justa e harmoniosa.
Para o filósofo Sócrates, cada indivíduo deve questionar-se até chegar à verdade interior. Através desse conhecimento pode-se dizer que uma pessoa é virtuosa. “A virtude pode ser aprendida, pois, se identifica com a sabedoria, porém, aquele que é ignorante permanecerá agindo sempre de maneira viciosa”, explica.
É necessário, portanto, questionar-se se o agir das pessoas possuem é realmente consciente. “É sujeito ético moral, somente aquele sabe o que faz, conhece as causas e os fins de sua ação, o significado de suas intenções, de suas atitudes e a essência dos valores morais”, afirma.
O filósofo Platão segue uma linha de pensamento, em que existem dois mundos: o Sensível e o Ideal. De acordo com ele, o mundo sensível é aquele em que vivemos e o ideal, é um mundo perfeito de onde todas as coisas tiveram origem.
A ética está ligada, segundo Platão, à concepção do mundo sensível e do mundo ideal. “Os valores humanos universais não pertencem ao mundo sensível e sim ao mundo ideal, por isso, somente desprezando os prazeres, as riquezas, as honras e todos os bens do mundo e praticando a virtude, é possível chegar ao verdadeiro estágio de justiça, felicidade e ética desejado”.
Aristóteles, por sua vez, acredita que a ética está no equilíbrio. A justa medida que a razão impõe aos sentimentos, ações ou atitudes é essencial na vida de cada individuo, pois, sem o devido controle tudo tende para o excesso.
“A virtude de uma pessoa está ligada à suas ações, nada deve ser em falta ou em excesso, por exemplo, a coragem é o ponto médio entre a temeridade e a covardia, a justiça é o ponto médio entre o ganho e a perda tudo no meio termo, ou moderadamente”.
Para que uma sociedade viva em equilíbrio e justiça são necessários inúmeros fatores, entre eles a ética. Cada indivíduo, porém, tem uma visão diferente sobre os valores universais que norteiam o ser humano, o que é ético para alguns pode ser indiferente para outros, gerando um conflito.
De acordo com o dicionário básico de filosofia, o objetivo da ética é refletir sobre os problemas da moral. A ética, diferentemente da moral, está mais preocupada em elaborar uma reflexão sobre as razões de se desejar a justiça e a harmonia e como alcançá-las, enquanto a moral preocupa-se em construir um conjunto de prescrições para assegurar uma vida em comum justa e harmoniosa.
Para o filósofo Sócrates, cada indivíduo deve questionar-se até chegar à verdade interior. Através desse conhecimento pode-se dizer que uma pessoa é virtuosa. “A virtude pode ser aprendida, pois, se identifica com a sabedoria, porém, aquele que é ignorante permanecerá agindo sempre de maneira viciosa”, explica.
É necessário, portanto, questionar-se se o agir das pessoas possuem é realmente consciente. “É sujeito ético moral, somente aquele sabe o que faz, conhece as causas e os fins de sua ação, o significado de suas intenções, de suas atitudes e a essência dos valores morais”, afirma.
O filósofo Platão segue uma linha de pensamento, em que existem dois mundos: o Sensível e o Ideal. De acordo com ele, o mundo sensível é aquele em que vivemos e o ideal, é um mundo perfeito de onde todas as coisas tiveram origem.
A ética está ligada, segundo Platão, à concepção do mundo sensível e do mundo ideal. “Os valores humanos universais não pertencem ao mundo sensível e sim ao mundo ideal, por isso, somente desprezando os prazeres, as riquezas, as honras e todos os bens do mundo e praticando a virtude, é possível chegar ao verdadeiro estágio de justiça, felicidade e ética desejado”.
Aristóteles, por sua vez, acredita que a ética está no equilíbrio. A justa medida que a razão impõe aos sentimentos, ações ou atitudes é essencial na vida de cada individuo, pois, sem o devido controle tudo tende para o excesso.
“A virtude de uma pessoa está ligada à suas ações, nada deve ser em falta ou em excesso, por exemplo, a coragem é o ponto médio entre a temeridade e a covardia, a justiça é o ponto médio entre o ganho e a perda tudo no meio termo, ou moderadamente”.
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